gravidez-proibidaEm cinco meses, deixaram a unidade da Siderurgia Nacional em Paio Pires (SN Seixal) três trabalhadoras grávidas, por não renovação de contratos a termo ou por rescisão, depois de terem sido pressionadas e assediadas, acusou o SITE Sul, que está a acompanhar estas situações e já avançou com o caso para o Tribunal de Trabalho.
12.6.2015


Com base nestes factos, o sindicato afirma que na SN Seixal as trabalhadoras que tenham a «ousadia» de engravidarem são vistas com maus olhos e condenadas ao desemprego.
Numa época em que a taxa de natalidade em Portugal diminuiu drasticamente e estão em discussão na Assembleia da República medidas que levem ao seu incentivo, o comportamento da administração da SN Seixal em relação às trabalhadoras grávidas é completamente condenável e vem em contra-mão com os direitos consagrados na lei e na Constituição.

Ver também:
- Nota do SITE Sul