20140919EGF-manif6Jun-5040A privatização da Empresa Geral do Fomento é um crime económico, gravemente lesivo dos interesses nacionais e é ainda possível impedir que se concretize, apesar da pressa com que o Governo quer entregar a um grupo privado o domínio do sector dos resíduos sólidos no País.
19.9.2014


«A luta continua contra a privatização da EGF», garante-se numa nota da Fiequimetal, divulgada no dia seguinte à reunião do Conselho de Ministros onde foi decidido vender 95 por cento da participação do Estado na EGF ao consórcio SUMA, liderado pela Mota-Engil, por 149,9 milhões de euros, assumindo ainda cerca de 200 milhões de euros de dívida.
Quaisquer que sejam os próximos desenvolvimentos, os trabalhadores jamais abdicarão da luta pela permanência destas empresas no sector público, associando sempre a defesa dos postos de trabalho, da retribuição e dos direitos à garantia da qualidade do serviço prestado às populações.
Em plenários de trabalhadores vão ser decididas as formas de luta a adoptar, face à situação em que o processo se encontra.
Mas a melhor forma de contribuir para derrotar este atentado contra os trabalhadores, o povo e o País é prosseguir e intensificar a luta para que este Governo do grande capital vá para a rua o mais rapidamente possível, criando condições para uma mudança de política a favor dos trabalhadores, do povo e do País.


Ver também:
- Nota sobre a privatização da EGF (e contacto para declarações à comunicação social)