20170310ThyssenkruppOs trabalhadores da ThyssenKrupp Elevadores estão hoje em greve por 24 horas e realizam concentrações em Lisboa, Porto, Setúbal, Castelo Branco e Funchal. A luta, organizada pela Comissão Intersindical da Fiequimetal na empresa, visa exigir garantia do emprego e aumentos salariais e contestar a degragação do Serviço Thyssen Mais e o recurso ilegal ao localizador de viaturas.
7.12.2017

O anunciado encerramento de um estabelecimento suscita preocupações quanto aos postos de trabalho nos serviços centrais da multinacional alemã  em Massamá.

Com efeitos rectroactivos a Janeiro de 2017, é eixigido um aumento do salário-base num mínimo de 30 euros.

Não houve qualquer acordo na negociação salarial para 2017 e também não foi acordada a reaproximação dos salários (para acabar com situações de discriminação em todas as categorias). Mas no final do exercício a ThyssenKrupp Elevadores apresenta mais de oito milhões de euros de lucros.

Os sindicatos - SIESI, SITE Centro-Norte, SITE Norte e SITE Centro-Sul e Regiões Autónomas - acusam a direcção da empresa de ter uma postura de má fé nas negociações, uma vez que nunca apresentou uma contra proposta para celebrar um acordo.

A Comissão Negociadora Sindical apresentou em Novembro de 2016 o Caderno Reivindicativo para 2017, formalizou uma revisão da proposta em Fevereiro de 2017 e prontificou-se para reunir dez vezes até Novembro de 2017.

 

Concentrações

Durante a manhã de hoje ocorrem concentrações de protesto junto de delegações da empresa no Porto, em Setúbal, em Castelo Branco e no Funchal, todas a partir das 9 horas, e em Lisboa, frente à embaixada da Alemanha, às 10 horas.


Ver também:
- Comunicado da Comissão Intersindical
- Nota de imprensa do SIESI, com locais de concentração e contactos para declarações
- Alerta na ThyssenKrupp sobre geolocalização (24.7.2017)