20201014tratado armas nuclearesA CGTP-IN apela à subscrição e divulgação de uma nova petição «Pela adesão de Portugal ao tratado de proibição de armas nucleares», aprovado por 122 países, em Julho de 2017, numa conferência realizada no âmbito da ONU. A petição foi lançada pela confederação, o CPPC e outras organizações.
14.10.2020

 

Para entrar em vigor, o tratado de proibição de armas nucleares deve ser assinado e ratificado pelos estados, o que Portugal ainda não fez, apesar de o dever fazer, cumprindo o artigo 7.º da Constituição (sobre relações internacionais).

Esta petição foi lançada em Março, por ocasião dos 70 anos do Apelo de Estocolmo do movimento mundial da paz, que muitos milhões de pessoas assinaram, em defesa da abolição das armas nucleares.

Na petição, que agora está a ser de novo dinamizada, recorda-se que «as armas nucleares são uma das mais graves ameaças que pendem sobre a Humanidade» e afirma-se que «o desarmamento geral, simultâneo e controlado defendido na Constituição da República Portuguesa – e, neste âmbito, o desarmamento nuclear – constitui um importante passo para a salvaguarda da paz, dos ecossistemas e da própria sobrevivência da Humanidade».

Com idêntico objectivo, a 5 de Julho de 2018 o CPPC entregou na Assembleia da República uma primeira petição, com mais de 13 mil assinaturas.


20201014cartaz armas nuclearesAssinar a petição
«Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida»
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ProibirArmaNuclear

 

Ver também
- Apelo da CGTP-IN