20170803EDP-arquivoPerante a reiterada exigência da Fiequimetal, a administração da EDP confirmou para dia 6, quarta-feira, a retoma das negociações salariais. Exige-se uma postura patronal assente no reconhecimento da necessidade de valorizar o trabalho desenvolvido (enaltecido pelo CA).
3.5.2020

 

No comunicado em que, no dia 29 de Abril, deu esta informação aos trabalhadores, no final de uma reunião com a administração, a federação protestou por se ter confirmado abitrariedade na distribuição de resultados.

Da explicação da empresa, ficou claro que, na maior parte dos casos, a avaliação está afastada daquilo que teoricamente a sustenta e permite o refúgio em afirmações como «um ano é para uns e no outro iremos equilibrar» ou «já vem assim». Foi assumido pela administração que, até nos valores a distribuir, há uma intervenção que pode resultar em valores menores para trabalhadores que estão em condições iguais ou melhores que outros.

O prémio apregoado pelo Dr. António Mexia no Workplace (rede social interna) resume-se a uma distribuição de resultados com critérios obscuros, a qual vem agravar o bloqueio na progressão de carreiras.

Numa reunião anterior, em resposta à federação, a administração informou que as reclassificações de trabalhadores cujo enquadramento está errado e as progressões em resultado da avaliação de desempenho estão a decorrer a bom ritmo e que em Junho ambos os processos estarão concluídos.


Ver também
- Informação N.º 5 aos trabalhadores das empresas do Grupo EDP, sobre a presente situação
- Comunicado (28.4.2020)
- EDP generosa com accionistas recusa negociar salários (23.4.2020)